Após assalto, polícia encontra medalhas de Arthur Nory em lixeira

Após sofrer um assalto, Arthur Nory respirou aliviado. Assim, a polícia encontrou em uma lixeira em frente a uma casa em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, as 33 medalhas roubadas há quatro dias da casa do medalhista olímpico.

Ao propósito, o assalto ocorreu na sexta-feira (5) no bairro da Lapa, Zona Oeste da capital paulista, quando dois assaltantes entraram na residência do atleta e renderam e amarraram duas pessoas. Eles levaram 33 medalhas e itens sem valor financeiro do atleta que estavam no imóvel.

De acordo com a Polícia Militar, as medalhas foram localizadas após uma denúncia anônima no Jardim Adalgisa, em Osasco, na noite desta terça. Elas então foram levadas para a sede de uma companhia da PM na cidade, onde o ginasta foi pessoalmente retirar.

Assalto

Dois bandidos armados invadiram a casa do ginasta Arthur Nory, na zona Oeste de São Paulo e levaram suas medalhas. Os assaltantes roubaram medalhas conquistadas nas mais diversas competições pelo ginasta do Pinheiros e da Seleção Brasileira.

Por sorte, não estavam a prata olímpica da Rio-2016 e o ouro no Mundial de 2019, que ficam guardadas em outro lugar.

Ao UOL, Arthur Nory explicou como tudo aconteceu “Eu estava em treinamento. A moça que tava aqui limpando a casa foi abordada por esses dois bandidos, que entraram procurando por joia, joia, joia. Trancaram no banheiro e levaram todas as medalhas embora. Também levaram um cofrinho em que eu guardava os dinheiros internacionais das viagens”.

Veja Também: Bandidos invadem casa de Arthur Nory e roubam medalhas

De acordo com o ginasta, uma câmera de segurança mostrou que os bandidos entraram na casa às 9h50 e saíram 15 minutos depois, levando as medalhas. Mas eles deixaram para trás, por exemplo, televisão, notebook e outros objetos de valor.

Entre as medalhas roubadas estavam as conquistas em Jogos Pan-Americanos, Campeonatos Brasileiros, Copas do Mundo de Ginástica e até nos Jogos Mundiais Militares. As medalhas, em tese, não têm grande valor comercial. O grande valor delas, para Nory, é o afetivo.

“Não tem como o cara vender, conseguir passar para frente. Então eu peço para que se alguém souber de essas medalhas estarem sendo vendidas, para avisarem”, pede o ginasta, ainda assustado com o crime.

Veja também

O site Famosando é um parceiro do IG Gente