Assessor relata episódios de choro de Glória Menezes um mês após morte de Tarcísio Meira

Assessor relata episódios de choro de Glória Menezes um mês após morte de Tarcísio Meira
Assessor então relata episódios de choro de Glória Menezes um mês após morte de Tarcísio Meira

O assessor pessoal de Glória Menezes, Tadeu Lima, relatou em entrevista ao Globo como a atriz está um mês após a morte do marido, Tarcísio Meira. De acordo com ele, Glória deixou o sítio onde estava passando a quarentena com o marido no interior de São Paulo. E, segue, por tempo indeterminado, no apartamento que a família mantém no Rio de Janeiro. No último domingo, ela se reuniu com familiares para prestar um tributo ao marido na data em que marca os 30 dias de sua despedida.

Um mês após a morte de Tarcísio, Glória Menezes segue uma rotina tranquila ao lado da prole: Tarcísio Filho, único filho que teve com Tarcísio Meira, e João Paulo Brito e Maria Amélia Brito, frutos do antigo relacionamento com Arnaldo Brito. Regularmente, a atriz caminha na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Ela também dá voltas pelo condomínio onde reside e eventualmente vai ao salão de beleza. Ela não comenta com ninguém sobre possibilidade de voltar a trabalhar.

Às vezes ela chora, às vezes toca no nome dele (de Tarcísio), lembrando coisas, dizendo que “a esta hora ele estaria ali sentado fazendo isso e aquilo”. Tudo está muito vivo na memória” afirma Tadeu ao Globo. Ele ainda diz que Glória chora e lembra das coisas que Tarcísio fazia o tempo todo. Ainda está muito triste, pois era muito ligada no Tarcísio.

Morte

O ator morreu no mês passado, aos 85 anos, após cinco dias internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo, em tratamento contra a Covid-19. Glória Menezes, atriz com quem ele foi casado por 59 anos, também foi internada no mesmo hospital, mas com sintomas leves e teve alta. Os dois se casaram em 1962 e, em 1964, tiveram seu único filho, Tarcísio Filho.

Tarcísio Magalhães Sobrinho nasceu no dia 5 de outubro de 1935, em São Paulo. O sobrenome Meira veio “emprestado” da mãe, Maria do Rosário Meira Jáio de Magalhães, por ser mais sonoro artisticamente e por 13 letras, uma superstição do jovem na época. Aliás, seu primeiro sonho profissional foi ingressar no Instituto Rio Branco para se tornar diplomada. Ao ser reprovado na primeira prova, em 1957, desistiu da ideia e acabou investindo definitivamente na carreira de ator.

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