Cantor Edson vai para a UTI, com Covid

Cantor Edson vai para a UTI, com Covid
Cantor Edson vai para a UTI, com Covid. Foto: Reprodução/Instagram

Depois de internação em Indaiatuba no interior de São Paulo, o cantor Edson vai para a UTI. A equipe médica pediu a transferência do artista, que deu entrada no Hospital e Maternidade São Luiz Itaim. Em comunicado emitido nesta segunda-feira (8), a equipe do cantor atualiza o estado de saúde do sertanejo. De acordo com o texto, a saúde segue estável, mas ele está em terapia intensiva (UTI).

“Na tarde desta segunda-feira, 8 de março, o sertanejo Edson, da dupla Edson e Hudson, foi transferido para o Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo, onde permanece em tratamento intensivo devido à Covid-19. O cantor está estável e respira sem ajuda de aparelhos”, confirmou a assessoria de imprensa do artista.

Há cerca de três semanas, Edson estava na Praia do Forte, em Salvador. Ele passou o Carnaval na Bahia com a família. A maioria dos casos das últimas semanas resultam das viagens que aconteceram durante o feriado. Ainda assim, ele não apareceu em aglomerações, pelo menos não nas redes sociais.

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Evolução da pandemia

Na segunda semana de março, o Brasil registra a maior média móvel de mortes por causa da Covid-19, desde o começo da pandemia. Sendo assim, governos em todo o país tentam buscar soluções para frear o rápido contágio, solucionar os problemas advindos dessa pandemia. Apesar disso, os números tem explicação clara: o brasileiro se esqueceu da gravidade do coronavírus.

Oficialmente, os desfiles de Carnaval no Rio e em São Paulo não aconteceram. Os blocos de Salvador não desfilaram, tampouco o Carnaval de Olinda desceu ou subiu qualquer ladeira. Ainda assim, festas clandestinas surgiram em todo o país. Além disso, as praias lotaram e ficou claro que a preocupação com a doença não foi grande.

Os danos do tal vírus chegam com um certo delay. Os sintomas e a doença normalmente acontecem por volta de 14 dias após o contato da pessoa com o vírus. Atualmente, nós vemos o Brasil beirar as duas mil mortes por dia, fruto das resenhas de um Carnaval que não deveria ter acontecido.

Enquanto oficialmente costureiras, mecânicos, carnavalescos, músicos e outros milhares de profissionais perderam seus empregos com o cancelamento dos desfiles, o resultado não foi sequer produtivo. Afinal, de que adiantou fechar o Sambódromo ou a Sapucaí? A aglomeração só mudou de lugar.

Que nós aprendamos a cuidar de nós mesmos e dos outros.

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