Cantor Netinho afirma não transar desde 2016 e diz que comunidade LGBTQIA+ pensa com o “Fiofó”

Cantor é avido apoiador do presidente Bolsonaro
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Um dos ícones do axé brasileiro nos anos 90, o cantor Netinho deu uma entrevista para Eduardo Bolsonaro e fez duras críticas à comunidade LGBTQIA+. Além de confidenciar que não faz sexo há mais de 4 anos.

netinho da Bahia
Cantor Netinho durante entrevista

Netinho da Bahia, sempre fez muito sucesso no Brasil todo com o seu axé pra cima. Além disso, sempre levou milhares do foliões por todo trio elétrico que conduziu, nos mais variados carnavais do país.

O cantor se submeteu a uma entrevista, que deverá ir ao ar na íntegra no próximo dia 1º agosto, no canal de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Durante um trecho da entrevista que foi divulgado, o cantor mostra que depois de 2016, quando mudou sua maneira de ver o mundo, não faz mais sexo e nem pretende mais fazer. “Eu não podia ver um buraco de fechadura que me dava tesão. Em 2016, por ter a cabeça modificada e entendido essa situação toda, decidi me abster de sexo, não faço mais sexo na minha vida”, disse o baiano de 54 anos.

Em 2010, Netinho se assumiu Bissexual, isso não freou seus ataques a comunidade LGBT. “Se esse pessoal LGBT não vivesse de acordo com o fiofó, porque eles vivem assim, pensando no fiofó, estariam hoje comandando o Brasil junto com o Jair (Bolsonaro), apoiando o Jair, ia ser maravilhoso. Mas, eles foram doutrinados a enxergar a vida pela lente do fiofó” , comentou o cantor

Netinho e Bolsonaro
Netinho e Bolsonaro

O carnaval da Bahia não ficou de fora das críticas do cantor baiano: “O Carnaval de Salvador é Sodoma e Gomorra. As famílias que têm filhos adolescentes não querem mais levar para a Bahia. Vai ver homem se beijando com homem, abaixando o short no meio da rua para o pessoal do camarote assistir, os camarotes são inundados de drogas”.

O cantor baiano é um exímio apoiador de Bolsonaro e, claro, durante a entrevista também não podiam faltar ataques à Rede Globo, emissora esta na qual ele se apresentou inúmeras vezes. “Há uma rede de TV que, assim como muitos brasileiros hoje, desejo que ela deixe de existir”, em seguida, continuou: “Não sei por quanto tempo vou viver, tive três AVCs, mas enquanto eu viver, vou apoiar Jair”.

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