Atriz Daisy Lúcidi morreu de Covid-19 no Rio de Janeiro

Daisy Lúcidi
Daisy Lúcidi

A atriz Daisy Lúcidi morreu na madrugada desta quinta-feira, 7, vítima de Covid 19. Ela estava internada com Covid-19 no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio, desde o dia 25 de abril.

Daisy começou no rádio aos 6 anos, declamando poemas. Também apresentou programa Seu Criado, Obrigado!, ao lado de César Ladeira, durante 10 anos. E participou de radioteatros com nomes como Paulo Gracindo e Mário Lago na época de ouro da Rádio Nacional.

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Como atriz, estreou na televisão na década de 1960, na minissérie Nuvem de Fogo (1963) de Janete Clair na TV Rio. A primeira novela na Globo foi o “Homem Proibido”, em 1967. Também trabalhou em “Supermanoela” (1974), “Bravo” (1975) e o “Casarão” (1976).

No fim dos anos 70, ela se afastou da televisão, e nesse período, foi vereadora e deputada estadual no Rio de Janeiro pelos PDS, PFL e PPR, respectivamente.

Em 2007, depois de 30 anos longe das artes dramáticas, voltou à televisão na novela Paraíso Tropical. Em “Passione” (2010), novela de Silvio de Abreu, Daisy viveu a dissimulada Vó Valentina, que explorava as duas netas. A atriz achava graça no sucesso da sua primeira vilã e dizia, rindo, que ia acabar apanhando nas ruas por causa das maldades da personagem.

A última atuação foi em 2015, em episódio da série Os Homens São de Marte.

Daisy Lúcidi era viúva do jornalista esportivo Luiz Mendes (falecido em 2011) com quem foi casada por 64 anos. A atriz, que teve um filho também já falecido, deixa netos.

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