Parceiro de Hudson, Edson está internado com Covid

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Edson está internado com Covid
Edson está internado com Covid. Foto: Reprodução/Instagram

Em comunicado, a assessoria de imprensa de Edson e Hudson anunciou que Edson está internado com Covid, num hospital de Indaiatuba, interior de São paulo. Apesar disso, ainda com sintomas não tão severos da doença.

De acordo com o texto, aliás, ele já estava em casa, isolado, por causa da doença.

“O cantor Edson, da dupla Edson e Hudson, está internado em um hospital particular na cidade de Indaiatuba (SP), após ser diagnosticado com Covid-19″, relata o texto.

Em seguida, o texto afirma que ele apresentou ‘sintomas leves’. A princípio, o tratamento aconteceu em casa. Contudo, ele precisou ir ao hospital com o agravamento da doença.

“O sertanejo apresentou sintomas leves da doença e recebeu tratamento em casa. Porém, com a evolução do quadro, Edson buscou os cuidados médicos do Hospital Santa Ignês, onde permanece em situação estável até o exato momento”, relata a nota.

Sendo assim, os fãs da dupla podem ficar tranquilos por enquanto. Contudo, devem acompanhar informações a respeito da saúde do cantor. Afinal, a pandemia do coronavírus enfrenta momentos difíceis em todo o Brasil.

Há cerca de quinze dias, Edson estava na Praia do Forte, em Salvador. Ele passou o Carnaval na Bahia com a família. A maioria dos casos das últimas semanas resultam das viagens que aconteceram durante o feriado. Ainda assim, ele não apareceu em aglomerações, pelo menos não nas redes sociais.

Edson passou alguns dias em Salvador, na Bahia, em meados de fevereiro. Foto: Reprodução/Instagram

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Evolução da pandemia

Entre os dias 3 e 4 de março de 2021, o Brasil registrou 1.699 mortes por causa da Covid-19. Sendo assim, governos em todo o país tentam buscar soluções para frear o rápido contágio, solucionar os problemas advindos dessa pandemia. Apesar disso, os números tem explicação clara: o brasileiro se esqueceu da gravidade do coronavírus.

Oficialmente, os desfiles de Carnaval no Rio e em São Paulo não aconteceram. Os blocos de Salvador não desfilaram, tampouco o Carnaval de Olinda desceu ou subiu qualquer ladeira. Ainda assim, festas clandestinas surgiram em todo o país. Além disso, as praias lotaram e ficou claro que a preocupação com a doença não foi grande.

Os danos do tal vírus chegam com um certo delay. Os sintomas e a doença normalmente acontecem por volta de 14 dias após o contato da pessoa com o vírus. Atualmente, nós vemos o Brasil beirar as duas mil mortes por dia, fruto das resenhas de um Carnaval que não deveria ter acontecido.

Enquanto oficialmente costureiras, mecânicos, carnavalescos, músicos e outros milhares de profissionais perderam seus empregos com o cancelamento dos desfiles, o resultado não foi sequer produtivo. Afinal, de que adiantou fechar o Sambódromo ou a Sapucaí? A aglomeração só mudou de lugar.

Que nós aprendamos a cuidar de nós mesmos e dos outros.

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