Musa de Bloco, Emanuelle Araújo torce por vacina para desfile de Carnaval

Atriz é musa do Cordão do Bola Preta, no Rio de Janeiro, pelo primeiro ano
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Depois de oito meses de isolamento e longe dos palcos desde então, Emanuelle Araújo torce por vacina para que tudo corra bem no Carnaval 2021. Ela será musa do Cordão da Bola Preta, um dos mais tradicionais blocos de rua do Rio de Janeiro.

Em entrevista, a atriz fala a respeito.

“Estou muito feliz com este convite do Cordão da Bola Preta. Este é o bloco de maior tradição do carnaval carioca, é nosso patrimônio cultural. Já canto na folia deles há dois anos, e agora ser da corte real do bloco me deixa muito feliz e orgulhosa”, avalia.

Contudo, a festa ainda está incerta na Cidade Maravilhosa. Afinal, a LIESA ainda não definiu se as Escolas de Samba vão para a Marquês de Sapucaí, logo, os blocos de rua também vivem incertezas. Por isso, a atriz espera que a vacina chegue logo.

O Bola é símbolo de cultura e resistência. Estou ansiosa para que possamos chegar a uma vacina, sem jogatinas políticas para que possamos botar nosso bloco na rua“, afirma a atriz.

Nos palcos

Mas não é só o Carnaval que a atriz espera com ansiedade. Ela está prestes a lançar a turnê de seu álbum, Quero viver sem grilo – uma viagem a Jards Macalé. É claro que, como a maioria dos artistas dizem, nada substitui um show ao vivo e a sensação de ter o público vibrando, ali pertinho.

Emanuelle vai enfim conseguir dar o pontapé em sua turnê, adiado desde março. O formato ainda é o remoto, pois as pessoas poderão assistir o show de suas casas. Mas ela vai poder sentir o gosto de entrar em um estúdio e cantar ao vivo com sua banda.

O show será gravado em São Paulo, em um estúdio escolhido a dedo pela cantora, para que a qualidade do som seja a prioridade. A transmissão será no Youtube e acontecerá no dia 21 de novembro, às 20h.

Bate-papo com Emanuelle Araújo

Qual é o sentimento de realizar um show após todo esse tempo?

Uma grande alegria. Mesmo ainda sendo em um formato remoto, é a primeiro vez que entro em um estúdio após todo esse tempo, para ensaios e realização de um show com músicos. Os ouvidos parecem mais aguçados, e é imenso o prazer de cantar com meus parceiros da música, ouvindo o timbre dos instrumentos de perto.

E como é levar para o público as canções de seu último álbum?

Este trabalho tem grande importância pra mim. Reverenciar a obra do Jards Macale é um sonho antigo. Lancei o disco no dia 7 de fevereiro, e tive que cancelar os shows que começariam em meados de março, foi uma grande frustração. Mas, ao mesmo tempo, parecia que a poesia do Macalé fazia mais sentido diante de todas as incongruências desse período pandêmico. Sua poesia fala da dor, das profundezas dos sentimentos, e joga luz em tudo isso. Agora é cantar ao vivo essas músicas para que o público possa ouvir, mesmo que do sofá de casa.

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Sétima arte

Você é cantora e tambem atriz. Com uma presença forte no cinema. Como avalia sua trajetória na sétima arte?

Eu amo fazer cinema. Fechei 2019 rodando um filme e comecei 2020 trabalhando em outro. Todo o universo da produção me fascina, do dia a dia de filmagens até o resultado na telona. Começo 2021 com as filmagens de um novo longa, “ O Meu sangue ferve por você”, dirigido por Paulinho Machline. É uma história sobre o amor de Sidney Magal e sua esposa, Magali. Eles se conheceram quando ela ainda era adolescente, e eu faço a mãe da Magali – que não era muito contente com o romance. É uma comédia musical e estou animadíssima.

São quantos filmes para estrear?

Eu tenho 3 filmes para serem lançados: “O Barulho da noite”, de Eva Pereira; “Juntos e enrolados”, de Rodrigo Vanderput e Eduardo Vaisman; “Diário de Intercâmbio”, de Bruno Garoti: e “O Meu Sangue Ferve por Você”, de Paulo Machline – sendo que este último ainda está em produção.

Emanuelle Araújo em Até que as sorte nos separe. Foto: Reprodução

Chicago

Em 2021, Emanuelle Araújo estreia nos palcos do Teatro Musical. Ela interpreta Velma Kelly na versão brasileira de Chicago. A respeito da peça, ela lembra que a estreia ficou para junho do ano que vem, mas deveria estrear em 2021, Mais uma complicação da pandemia.

“A produção foi adiada devido à pandemia, e retomar esse trabalho será uma grande alegria. Apesar de ser cantora e atriz, Chicago será o meu primeiro musical, e me instiga muito viver essa personagem arrebatadora que é a Velma Kelly. A estreia está prevista para junho”, relata.

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