Fãs brasileiros vão poder assistir ao live-action de Mulan por R$180

Live-action de Mulan vai estrear no Disney + nos EUA
Live-action de Mulan vai estrear no Disney + nos EUA. Foto: Reprodução

Não poder ir ao cinema pode dar prejuízo para alguns fãs da Disney. O live-action de Mulan estreia no mercado brasileiro daqui pouco mais de um mês, no dia 4 de setembro, com o preço salgado. O próximo longa da produtora não vai mais chegar às telonas, por causa da pandemia do coronavírus. Por causa disso, o CEO da marca preferiu apostar em outra solução.

O longa vai para a plataforma de Streaming dos estúdios, o Disney Plus, o qual conta com mais de 60 milhões de assinantes. Apesar dos números impressionarem, o aplicativo ainda não está disponível em vários países ao redor do mundo. Inclusive no Brasil. Então, a solução encontrada para o lançamento é ‘alugar’ o filme, como se fazia antigamente. Aliás, atualmente também é possível alugar ou comprar um filme digitalmente no Youtube e outras plataformas.

A partir do dia 4 de setembro, os fãs brasileiros vão poder assistir ao longa pela bagatela de humildes US$29,90. Pode parecer pouco para a compra de um filme (alguns ingressos de cinema são mais caros), até você lembrar que o dólar beira os seis reais. Convertendo esse número, pode-se chegar à bagatela de R$180. Quando foi que o dólar ficou tão caro? O Presidente tinha prometido que ia abaixar esse valor, que só subiu desde que ele assumiu.

É melhor esperar…

Sendo assim, é melhor esperar a plataforma da Disney chegar ao Brasil para assistir ao live-action de Mulan. O que pode demorar (bastante, inclusive). Apesar de ávida pelo mercado tupiniquim, vários empecilhos estão no caminho da gigante da TV. Um deles se chama Net-Claro. A empresa de telefonia, TV e Internet já protestou na Anatel contra a chegada do aplicativo. Afinal, mais streaming, menos assinantes de TV Paga (isso as gigantes da TV sabem há anos).

Por isso, a Claro arrumou um jeito de impedir, pelo menos atrasar, a estreia do Disney+ por aqui. Como toda outra emissora de TV que chega ao país, parte do conteúdo precisa ser nacional. Daí que, para adentrar ao mercado brasileiro, os estúdios do Mickey precisariam de produções brazucas. Um exemplo é a NatGeo, que faz parte do grupo Disney e atua no Brasil como canal de TV.

Com esse imbróglio a ser resolvido, a previsão de chegar às telas dos brasileiros deve ser adiada para 2021. Inicialmente, a plataforma deveria estrear no final desse ano, como um presente de Natal. Pelo jeito, não vai rolar.

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