Flávio Migliaccio é homenageado em documentário

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Flávio Migliaccio é homenageado em documentário

Flávio Migliaccio é homenageado com um documentário que estreia no próximo dia 08 de Julho. Aliás, Migliaccio – O Brasileiro em Cena, tem direção de Alexandre Rocha, Marcelo Pedrazzi e Tuco (João Mariano). Com produção da Afinal Filmes, em parceria com a GloboNews, Canal Brasil e Rede Globo, emissora que trabalhou desde 1972. 

Flávio Migliaccio faleceu em 2020. Ator, produtor, cartunista, desenhista, diretor e roteirista brasileiro. Tornou-se então conhecido pelos personagens Tio Maneco dos filmes Aventuras com Tio Maneco e Maneco, O Super Tio, e Xerife da novela O Primeiro Amor e do seriado infantil Shazan, Xerife & Cia. No cinema, participou de vários filmes como ator e diretor. 

Ao propósito, o último trabalho do artista na TV foi em 2019, em ‘Órfãos da Terra’, onde ele fazia o Mamede Aud. Muito conceituado no meio artístico, ao longo de sua vida, Flávio teve uma brilhante carreira artística. 

Migliaccio cometeu suicídio em maio de 2020, de acordo com informações da Polícia Militar. Os agentes chegaram ao local em que e o encontraram morto após um chamado do caseiro do sítio onde o ator estava. O artista deixou uma carta onde dizia que a ‘humanidade não deu certo’ e pediu desculpas aos familiares.

Flávio Migliaccio cometeu suicídio, mas o atentado contra a própria vida não apaga a história do ator na TV. Da mesma forma que Raul Gil, Flávio também começou sua carreira na TV quando esta tinha acabado de chegar ao país, em 1958, aos 24 anos. Ele participou do Grande Teatro da TV Tupi, um dos maiores programas da época. Bastante ativo, na última década, esteve em Tapas e Beijos, Malhação: Vidas Brasileiras e Passione.

Sinopse

A história de Flávio Migliaccio contada no documentário “Migliaccio, o brasileiro em cena” mostra a trajetória de um personagem que atravessou a dramaturgia brasileira do século vinte e foi protagonista de alguns de seus momentos mais relevantes artísticos e políticos sem perder sua característica marcante: manter-se sempre um “ser humano amador”, em suas próprias palavras.  Ator, diretor, produtor, desenhista, dramaturgo, Flavio então nos conduz através de uma conversa tão descontraída quanto profunda sobre sua visão da arte como ofício. Nesta narrativa, refaz seus passos explicando como foi possível dar vida a tantos personagens e histórias diferentes enquanto viveu a sua própria mantendo como inspiração o criar e viver a vida simplesmente, com humildade e dignidade.

Alexandre Rocha, um dos diretores do documentário, disse “Migliaccio marcou minha memória desde a infância com o Tio Maneco. Acredito que por conta disso, eu já nutria, de cara, uma enorme simpatia por qualquer personagem que ele fizesse na TV ou no Cinema. Com o trabalho no documentário entendi que essa simpatia era o reconhecimento do trabalho do ator que, segundo suas próprias palavras, não fazia mais esforço pra colocar o brasileiro em cena. De alguma forma eu me reconhecia ali. Um trabalho desenvolvido desde os tempos do Teatro de Arena. Flávio atravessou a dramaturgia brasileira do século XX e nos mostrou o valor de ser um artista amador, de colocar seu talento a serviço do ofício de atuar, de desenhar, de dirigir, de produzir.”

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