Ex-BBB Gizelly fará doação inusitada durante pandemia

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Gizelly fará doação inusitada
Gizelly fará doação de coletores menstruais para detendas. Foto: Reprodução

Nesta terça-feira (23), um anúncio chamou a atenção do público. A ex-BBB Gizelly fará doação inusitada: coletores menstruais para detentas do estado do Espírito Santo. Incomum, mas necessário. Enquanto muitos pensam em alimentos, também é importante destacar objetos de higiene pessoal. Por isso, ela criou um projeto que pretende levar o novo produto a todo o sistema prisional feminino capixaba.

A ex-sister, que tem causado um forte engajamento no Instagram e no Twitter, reflete a respeito de ‘militar dentro de casa’ e diz que, desde quando deixou o BBB, tem tentado criar formas de usar sua imagem para ajudar outras pessoas.

“Quando voltei pro meu estado que é o que proporcionalmente mais prende no Brasil, tem a maior população carcerária, eu comecei a me questionar, militar é muito fácil dentro do meu ar condicionado e eu pensei nesse projeto com as detentas, resolvi levar essa ideia para a aprovação”, destaca.

Obviamente, a advogada criminalista explica o motivo de doar coletores menstruais e a argumenta a respeito de quão inapropriados são os absorventes. Afinal, eles acabam sendo um tanto anti-higiênicos. Além disso, os coletores são ecologicamente menos prejudiciais.

“[Os coletores] duram 3 anos, são mais higiênicos, porque o lixo da cela é precário, fica aberto. O sangue fica 24h ali até a limpeza do dia seguinte”, explica. Em seguida, a ex-sister continua: “Geraria economia pro estado, fora o conforto. Diante disso, busquei parceria com a empresa para todas as presas do sistema carcerário capixaba. Levarei todos os coletores pessoalmente em todos os presídios.”.

Defensora dos direitos humanos

Agora, Gizelly fará doação inusitada, mas desde que entrou no BBB, Gizelly se posicionou como uma defensora ferrenha dos direitos humanos da população carcerária. Numa conversa com Thelma, destacou como a população preta faz parte do maior contingente nos presídios do país.

“Eu sei porque as pessoas pretas não estão na faculdade, porque estão lá onde eu trabalho!”, afirmou, inconformada, quando Thelma revelou ter sido a única mulher preta na sua turma de medicina.

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