Jornalista da GloboNews chora ao comentar explosão em Beirute

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Jornalista da GloboNews se emociona ao vivo
Guga Chacra se emociona durante cobertura da tragédia no Líbano. Foto: Reprodução

Descendente de libaneses, o dia de ontem definitivamente não foi agradável para Guga Chacra. Durante o Jornal das 22, o jornalista da GloboNews chora ao falar, mais uma vez, a respeito da tragédia que afetou Beirute, capital do Líbano, na tarde desta terça-feira (4).

Correspondente da emissora em Nova York, Guga já morou no Líbano, assim, como conhece a capital, foi uma referência nos comentários do canal. Dessa forma, ele fez entradas ao vivo na emissora deste antes das 13h e ficou no ar até depois das 23h. Já no final do expediente, enquanto falava da explosão com Heraldo Pereira, âncora do Jornal das 22h, ele não se conteve e derramou algumas lágrimas.

“É essa tragédia de Beirute, que ao mesmo tempo é uma cidade mágica que não tem como não se apaixonar e eu…”, interrompeu, com a voz embargada.

“Ver o que aconteceu, destruída de novo, depois de se reerguer nos anos 1990, e se reerguer de novo, depois de destruída de novo em 2006. É um cenário catastrófico!”, retomou o jornalista.

Heraldo Pereira agradeceu pela ‘aula’ sobre a região e elogiou o colega pela cobertura. Afinal, ao longo do dia, Guga conversou com amigos que viveram ou vivem no Líbano, entrevistou outros moradores da capital, Beirute e, com detalhes, conseguiu descrever onde aconteceu a explosão e qual o impacto que isso pode causar.

Impacto

A cena em que o jornalista da GloboNews chora ao vivo não é à toa. Guga Chacra explicou, mais cedo, no Estúdio i, apresentado por Maria Beltrão, a situação do país. A explosão, sobre a qual ainda não se sabe a causa, aconteceu no principal porto do país. Por causa disso, as consequências sociais e econômicas serão desastrosas para o país, apontou Guga.

E ele tem razão. Afinal, o Líbano é um país dependente de alimentos e combustíveis, que chegam através do local atingido. O país importa pelo menos 60% de toda a comida que é consumida ali. Apesar disso, Israel, um dos inimigos políticos do país no Oriente Médio, com o qual faz fronteira, negou ter feito o ataque.

A maior parte da cobertura jornalística internacional se dedicou ao assunto na tarde de terça-feira (4). Principalmente, porque não havia notícias concretas e, as poucas informações, chegavam aos poucos. Uma delas, e importante para muitos brasileiros, foi a de que a Fragata brasileira que estava em missão no país, não foi atingida.

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