Porta dos Fundos critica racismo em vídeo. Assista!

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Porta dos fundos critica racismo em vídeo
Porta dos fundos critica racismo em vídeo. Foto: Reprodução/Youtube

Nesta segunda-feira (8), o Porta dos Fundos critica o racismo num vídeo quase autoexplicativo a respeito da visibilidade que o movimento preto no Brasil tem ganhado recentemente. A publicação vai na onda dos protestos antirracistas que ganharam força nas ruas e também nas redes, como Instagram e Twitter.

Além de falar e criticar algumas das manifestações, as imagens também destacam a pouca importância que a fala de pessoas pretas tem. Ademais, crítica a forma como brancos tentam se apropriar do assunto, como se realmente entendessem do que estão falando.

Protagonizado por Nathalia Cruz Noemia Oliveira, o vídeo mostra como é difícil para a população preta se fazer ouvir. Aliás, também explora a forma como gente branca se apropria do discurso. Enquanto isso, João Vicente de Castro e Fábio Porchat fazem as vezes dos ‘brancos sem noção’.

Na conclusão do roteiro, as meninas precisam usar a imagem de homens brancos para poder fazer com que suas vozes sejam ouvidas. Apenas dessa forma, conseguem mandar o recado.

Finalmente, em silêncio, numa tela preta, o vídeo anuncia vitimas fatais da violência no Brasil. Todos pretos assassinados, por policiais ou não.

Protestos antirracistas

O Porta dos Fundos critica o racismo em tempos de manifestações contra esse tipo de crime ao redor do mundo. Afinal, um homem preto foi assassinado os EUA por um policial branco. Ele foi asfixiado após ficar sob o joelho do assassino por mais de sete minutos.

No final de semana, o Brasil viu manifestações desse tipo em várias capitais, as maiores em São Paulo e Brasília. Por aqui, também clamaram pela vida do menino João Vitor, morto após sua casa ser alvejada por mais de oitenta tiros de fuzil. Ele estava dentro de casa, onde supostamente deveria ser um lugar seguro.

No exterior, até Madonna entrou na onda dos protestos e foi às ruas em Londres, na Inglaterra. No meio da pandemia do coronavírus, uma outra onda de mortes falou mais alto: o assassinato de pessoas pretas.

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