Prova do Masterchef distribui marmitas nas ruas de SP

Prova do Masterchef distribui marmitas nas ruas de SP
Prova do Masterchef distribui marmitas nas ruas de SP. Foto: Reprodução

Inspirada no trabalho voluntário de Felipe Titto, Prova do Masterchef distribui marmitas em SP. A ideia é ‘abraçar’ pessoas em situação de rua, como afirma o convidado do programa. A atração vai ao ar nesta terça-feira (27) e emocionou os participantes.

“Eu vejo os pratos que vocês fazem, com essas coisas todas elaboradas. Eu sei que vocês vão ter o mesmo apreço e carinho para fazer isso aqui, mas é um outro volume. A responsa é grande. É um abraço. Esse prato é quase um abraço!”, lembra o apresentador.

Em resposta a uma pergunta de Ana Paula Padrão, Titto disse que normalmente os moradores tem outras necessidades além da comida. Contudo, destaca que a carência é algo bastante importante.

“Todo mundo tem outras necessidades. Claro que a comida é importante, porque saco vazio não para em pé. Mas, todo mundo tem outras necessidades. Então, tem gente que precisa de cobertor, toca, meia – esse tipo de coisa sou eu que levo. Eu mesmo entender a realidade deles, porque aí eu entendo as necessidades na fonte. Eu pergunto ‘O que te aflige mais?’, ‘Qual é seu maior problema?’. Obviamente a fome é um problema, o frio é outra necessidade, a carência deles é outra”, elenca o artista.

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Carência

Em seguida, Titto fala de como essas pessoas sofrem com a falta de contato que pessoas em situação de rua tem com o resto da sociedade. Ademais, ele afirma que ainda que não seja possível fazer um grande trabalho voluntário, cada ação é extremamente importante.

“Essa é uma coisa que eu falo muito. As pessoas vêm o volume: o cara para uma van, um ônibus com mil marmitas. Aí a pessoa fala ‘pow, eu não tenho condição de levar mil marmitas’. Mas, se você levar um pacote de salgadinho, você tá ajudando alguém”, destaca.

Por fim, o ator ainda destaca que conversar e entender a carência dessas pessoas é de extrema importância. Isso, porque às vezes é necessário mostrar que a sociedade também enxerga cada um deles.

“Você pode levar um copo d’água, um abraço; eles querem conversar. Já pararam para entender, para pensar? Morador de rua gosta de conversar. Tem vários que falam sozinhos: eles não são malucos, os caras precisam de alguém para conversar. E ninguém para para ouvir, ninguém para e olha no olho dessas pessoas. Você precisa mostrar que ela existe, que ela é importante”, finaliza.

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