Repórter da Globo foi feita refém por fã de apresentadora

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Repórter da Globo foi feita refém
Repórter da Globo foi feita refém na sede da emissora. Foto: Reprodução

Na tarde desta quarta-feira (10), os estúdios de jornalismo da Globo viraram notícia de coluna policial. Um homem armado entrou na central da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Ademais, uma repórter da Globo foi feita refém, Marina Araújo.

A notícia rapidamente se espalhou pelas redes sociais, no entanto, o setor de comunicação do Grupo Globo logo tratou de tranquilizar o público. Assim, através de um comunicado, tratou de negar que qualquer pessoa tenha se ferido. A polícia militar foi chamada e agiu para manter a segurança de todos os envolvidos.

O invasor foi preso, depois que cedeu às negociações da polícia e de outras pessoas envolvidas. Afinal, de acordo com relatos, ele entrou na emissora, porque queria falar com Renata Vasconcellos (por sinal, que completa 48 anos hoje).

Dessa forma, de acordo com comunicado emitido para os funcionários da empresa, o homem se desarmou logo que viu a jornalista. Ali Kamel, diretor de jornalismo da emissora, elogiou a coragem das funcionárias.

“Marina se comportou com coragem, serenidade e firmeza, sendo fundamental para o desfecho da situação. Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem. As duas profissionais estão bem. E foram recebidas pelos colegas com carinho e emoção.”, declarou.

Ataques políticos

Apesar dos vários ataques que vem sofrendo, a direção descarta que a repórter da Globo foi feita refém por caráter político. De acordo com a assessoria de imprensa do canal, o crime foi cometido por ‘alguém com distúrbios mentais e sem conotação política’.

“A Globo repudia com veemência todo tipo de violência. Foi obra de alguém com distúrbios mentais, sem nenhuma conotação política. Um homem que exigia ver a jornalista Renata Vasconcellos”, declara a emissora.

Consequentemente, o comandante da polícia pediu que a âncora do Jornal Nacional comparecesse à cena do crime. Assim, essa seria uma forma de acalmar o invasor.

“Seguindo instruções do comandante Heitor, Renata compareceu ao local onde estava Marina e o invasor. Tão logo ele a viu, largou a faca e libertou Marina. Foi preso imediatamente”, declarou.

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