"Ninguém nasce homofóbico, é uma questão de educação"

17 May 2017

Geisy surgiu para o mundo da mídia a partir de um ato de preconceito e comentou em um bate-papo com o FAMOSANDO um pouco sobre o #diadalutacontraahomofobia

 

Foto: Reprodução / Instagram


Hoje, 17< é o dia internacional da luta contra a homofobia e o site FAMOSANDO bateu um papo com um ícone do preconceito no Brasil

Geisy Arruda surgiu para a grande mídia após sofrer um ato de preconceito em uma faculdade em São Paulo quando usava um vestido justo e rosa , quem não se lembra?

O ato de preconceito em si, é repugnante e só quem sofre tal ato, sabe realmente as dores e os sentimentos vividos 


"A homofobia acontece diariamente infelizmente. Tenho muitos amigos gays, vivo no meio de maquiadores, cabeleireiros, pessoas que eu amo, confio, que trabalham junto comigo e acabamos presenciando, piadas, olhares com um pouco mais de desprezo infelizmente" - comenta Geisy

Ao ser perguntada sobre a homofobia no Brasil, Geisy mostra-se triste e critica a região do nordeste

"O Brasil é um dos países mais homofóbicos do mundo, existe muito preconceito, principalmente na região do nordeste, isso é algo que precisa muito se tratar" e completa "Somos um país muito atrasado em relação a isso (o ato de amar pessoas do mesmo sexo)"


 

Foto: Reprodução / Instagram

 

A jovem acredita na conversa, no dialogo para a mudança desse pensamento homofóbico
"Ninguém nasce homofóbico, ninguém nasce preconceituoso, com esse pensamento repugnante em si, elas se tornam"


A internet no dia de hoje teve uma verdadeira avalanche de mensagens da luta contra a homofobia e Geisy acredita que a internet contribui na conscientização pelas redes sociais
"As redes sociais são um meio muito bacana, as pessoas se comunicam através delas. Tivemos uma agora muito bacana #mexeucomumamexeucomtodas , onde todas as mulheres se uniram, pode ser um começo, atinge uma galera mais jovem" 

 

Foto: Reprodução / Instagram

Geisy ainda defende que as discussões sobre o tema devem virar pautas acadêmicas "Deveria (o assunto) ser conversado desde o primário nas escolas, ensino médio. Orientar os mais jovens desde pequenos pra que não cresçam com esse pensamento (homofóbico e preconceituoso), conversar, discutir, debater é valido para virar algo natural"
 

Foto: Reprodução / Instagram


 

 

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