Gaby Spanic sobre participação no Dancing Brasil: 'Seria maravilhoso, mas ainda não rolou o convite!'

Atriz participou de uma coletiva de imprensa num restaurante em São Paulo

 

Foto: Leo Franco/AgNews

 

O Famosando bateu um papo com Gaby Spanic, nossa eterna Paola Bracho, na tarde desta sexta-feira (7). A atriz recebeu fãs e a imprensa no Restaurante Paris 6, nos Jardins, zona sul da capital paulista. Entre vários assuntos, ela respondeu a nossa curiosidade maior: vai ou não vai rolar o Dancing Brasil? Apesar de se empolgar com a ideia de participar de um reality por aqui, ainda não houve nenhum tipo de convite por parte da produção da RecordTV. Por isso, ainda não teremos uma das atrizes mexicanas mais famosas no Brasil (se não a mais) nas nossas telinhas brazucas. 

 

"Seria maravilhoso, mas ainda não rolou o convite. Eu não danço muito bem, mas acho que seria maravilhoso!", brincou a artista ao falar do reality apresentado por Xuxa.

 

 

Enquanto nós nos preparamos para mais uma temporada de Dancing Brasil, no México, a produção da série A Usurpadora é destaque nos jornais. Com Sandra Echeverria no papel das gêmeas Paola e Paulina, a versão está de nova roupagem. Agora, a irmã rica é Primeira-Dama do México, enquanto a pobre é ativista pelos direitos humanos na Colômbia. 

 

O desenrolar da trama é diferente, assim como o formato, mais enxuto, como uma série de 25 capítulos. Sobre a nova proposta, Gaby afirma que a única coisa que não mudou foi o nome da história. 

 

"Para mim isso é um fenômeno, um sucesso. Não há outra Usurpadora, apenas uma. A única coisa que fica nessa nova versão é o nome. A história é muito diferente da original. Desejo muito sucesso!", analisa. 

 

Ela também comentou o fato, publicado pela imprensa mexicana, de que faria uma participação especial na obra. No entanto, deixou no ar a questão. 

 

"Ainda é cedo para falar sobre isso. Não está certo. Não sei. Isso vem a público, mas não é minha decisão é deles!", analisa. 

 

Para Gaby, o fato de ainda ser lembrada por Paola Bracho é um fato feliz, mas que reflete uma crise na dramaturgia mundial. Atenta às produções ao redor do mundo, ela vira as costas para um realismo inútil que aparece nas telas nos últimos anos. Segundo a artista, o que encanta nas novelas é o maravilhoso, o sonho, o que encanta.

 

"Eu sinto que agora subestimam a inteligencia da audiência. Algumas produções fazem séries de narcotraficantes, de violência. Eu não concordo com isso. E eu acho que isso reflete na audiência. Não acho que isso gere audiência. O público precisa sonhar, precisa do fantástico, isso que é diferente. Eu sinto que a maneira de pensar a arte do melodrama de antes é muito melhor que a de agora!", analisa. 

 

Com uma rede de fãs bastante forte no Brasil (justificada pelas sete vezes que a novela foi exibida no país), Gaby se permite dar algumas alfinetadas nos números estratosféricos de algumas celebridades mundo a fora. Ela também analisa a fidelidade do povo brasileiro dentro e fora do país.

 

"Quando falam algo de mim, saem em minha defesa. Me defendem muito. E  eu digo 'obrigada!'. Eu também sou intensa como meus fãs. Então, há muita identificação, carinho, um carinho natural. Porque são seguidores de verdade, de muitos anos. Não são comprados. São reais! (Risos)", comenta. 

 

 

 

 

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