Após polêmica com funk, Carla Vilhena dispara "Minha mãe não merece ouvir"

18 Jul 2019

A jornalista se envolveu em uma polêmica ao reclamar de um baile funk "Porcaria"

 

 No último mês, Carla Vilhena publicou um vídeo em seu twitter reclamando de um baile funk que ocorria nas redondezas da sua residência. A jornalista chamou algumas letras de músicas do gênero musical de “porcaria” e “nojeira”, e ainda disse que “o funk pornô” está “a serviço do tráfico de drogas”. Na noite desta quarta-feira, 17, ela esteve na Pré estreia do filme Rei Leão em São Paulo e falou sobre o caso ao Famosando  "Existe uma lei, que deve ser cumprida. As pessoas da própria comunidade me pedem que eu as ajude. Não é uma questão de ritmo musical, não é o baile. É porque está no lugar inadequado, sem isolamento acústico e durante dia de semana, de domingo para segunda".

 

A jornalista disse que não foi ameaçada por funkeiros e que recebeu apoio de alguns músicos "Não recebi mensagens de ameaça. Tem gente que acha que eu estou falando sobre gosto musical. E não é isso! Eu recebi apoio entre pessoas do funk, que dizem que até eles querem tocar um funk mais melódico e não estão conseguindo. Recebi mensagem do funk do Rio de Janeiro, até quem está tentando colocar um funk mais melódico. Eu sou da época de Claudinho e Bochecha, Mc Marcinho, desse funk melódico, que eu também achava sensual. Mas, agora está explícito"

 

 foto: Leo Franco / Agnews

 

No dia em que Carla fez o post reclamando, ela estava cuidando de sua mãe que havia passado por uma cirurgia "Quem quer ouvir, ouça, quem não quer ouvir, também tem esse direito. O que eu disse é que se eu estou com a minha mãe na minha casa, com ela operada, minha mãe querendo dormir e ouvindo pornografia, com todas as letras. Quem quer ouvir, ouça, não tem problema nenhum. Mas eu, minha mãe, as crianças do bairro, elas merecem não ouvir. Para que todo mundo esteja preparado. Não é uma questão de moralismo"

 

Vilhena acha que o caso deve ser resolvido sem violência, apenas fiscalizando e apreendendo os equipamentos irregulares "Temos várias reclamações do bairro sobre isso. Mas, eu não acho que a polícia tem que se envolver nisso. Não acho que é a polícia que tem que desbaratar com milhares de pessoas. Acho isso perigoso. Mas, nada impede que você vá lá antes do baile começar e apreenda o equipamento, porque é irregular. Vá lá para ver se eles tem documentação para fazer aquele baile, naquele lugar, naquele horário.  Acho que existem todas essas questões que podem ser resolvidas administrativamente, sem violência. Ninguém quer violência. Vai dar morte gente! Imagina, bate a polícia num baile com milhares de pessoas. Você tem jovens ali. As vezes nem é o caso de impedir depois que a festa está funcionando. Mas, vamos ver se ele tem permissão para isso"

 

 

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