Taís Araújo protesta contra racismo: ‘Por todos que ainda estão vivos!’

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Taís Araújo protesta contra o racismo
Taís Araújo protesta contra o racismo. Foto: Reprodução/Globoplay

Uma das referências no meio artístico brasileiro, Taís Araújo protesta contra racismo. Não só uma das atrizes mais respeitadas do país, ela também é uma inspiração para outras mulheres pretas no Brasil. Afinal, a intérprete de Verônica, em Aruanas, ocupou postos que poucas mulheres afro-brasileiras alcançaram.

Em uma postagem no Instagram, Taís listou o nome de várias vítimas da violência e do racismo. Em seguida, lembrou que o protesto também é pela vida das pessoas que ainda não sofreram a violência.

“É pela Cláudia Silva Ferreira, Jenifer Cilene, Kethellen de Oliveira Gomes, Kauã Rozário, Kauê Ribeiro, pela Agatha Félix, por João Pedro Mattos, Marielle Franco, George Floyd e outras tantas pessoas que tiveram suas vidas arrancadas. Para todos e por todos que ainda estão vivos”, disse.

Taís Araújo protesta citando nomes de vítimas do racismo. Entre eles, o de Claudia, que foi vítima de uma operação da Polícia Militar do Rio de Janeiro em 2014. A atriz também fala de Jenifer Cilene, uma menina de 11 anos, morta por uma bala perdida da polícia, também na capital carioca. Em seguida, fala sobre Ketellen, de cinco anos, que morreu vítima da milícia fluminense, após levar um tiro, enquanto ia para a escola. As histórias trágicas citadas pela atriz segue, sempre lembrando vítimas que morreram cedo demais.

Protestos

Quem acompanha os jornais de política e sociedade já viu que os Estados Unidos estão imersos em dezenas de manifestações contra o racismo. Afinal, um policial branco assassinou um homem negro asfixiado. George Floyd estava rendido e não oferecia qualquer perigo para o policial. Sendo assim, sua morte não teve qualquer justificativa para além de sua cor de pele.

Em Nova York, a GloboNews tem feito uma cobertura densa com todos os repórteres e comentaristas atuando intensamente para relatar os fatos. A emissora também mantém jornalistas em outros cantos do país, todos trabalhando intensamente nas ruas para falar a respeito.

Mas, e a pandemia do coronavírus? Pois é, mesmo os Estados Unidos sendo recordistas de casos e de mortes da doença, a população não se intimidou e foi às ruas. Afinal, o racismo também é uma doença, porém, ele só pode ser combatido pelas próprias pessoas lutando contra ele. Dessa forma, temos um recado: Vidas pretas importam e o Famosando também se solidariza ao movimento.

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